É horrível não ter ninguém, pior ainda é perceber que as pessoas que você chamava de amigos não são na verdade. Não passam de mero conhecidos do qual você, na maior falta de amor próprio possível, abriu mil e uma concessões para "fazer parte" daquilo.
Talvez pelo desafio de se encaixar em algo ou no fim por rotina. Mas chega um momento que não dá mais, não dá mais. E você se vê completamente sozinho, sem quem te de um ombro ou escute a sua dor.
Não quero mais que a conversa gire em torno dos "machos" e dos "problemas familiares" ou qualquer outra coisa da outra pessoa. Que o tempo não faça mais eu me acostumar com a falta do real interesse a tão ponto que eu esqueça que é a vida de outra pessoa, não mais a minha. Que eu não precise me doar 200% por pessoas que nem 50% te dão.
Não quero mais se apontada e nem deixar que digam coisas que me deixem em "ridículo" e nem que por pura insegurança meus defeitos sejam apontados. E nunca mais quero ouvir dizer que minha mãe é "monstro".
Acabou. Chega. Doi muito ser sozinha, doí a um ponto que eu as vezes eu preferia estar morta, do que sentindo isso. Mais não vou abrir mais exceção.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Apaixonar-se
Olhei para essa foto e não sei o que foi, mais eu achei tão a definição do amor. O sorriso singelo de cumplicidade, eles completamente a vontade um com o outro. Sentindo a pele, a respiração quente um do outro. Apenas amando cada parte do corpo conhecida do seu parceiro.
O cachorro no começo eu não tinha gostado tanto, só que eu parei para reparar ele representa o cotidiano. Uma rotina um do lado do outro na casa dela, dele, deles.
É hoje eu to para o amor. Espero que exista sim amor em SP e mesmo que não se possa criar uma intimidade de uma rotina amorosa como na foto, eu posso me apaixonar, eu quero me apaixonar.
Se não consigo me apaixonar pela minha vida vamos pelo menos viver os prazeres que existe nesse mundão a fora. Prazeres lisérgicos, carnais e de alma.
Vamos viver e nos permitir ser feliz.
O cachorro no começo eu não tinha gostado tanto, só que eu parei para reparar ele representa o cotidiano. Uma rotina um do lado do outro na casa dela, dele, deles.
É hoje eu to para o amor. Espero que exista sim amor em SP e mesmo que não se possa criar uma intimidade de uma rotina amorosa como na foto, eu posso me apaixonar, eu quero me apaixonar.
Se não consigo me apaixonar pela minha vida vamos pelo menos viver os prazeres que existe nesse mundão a fora. Prazeres lisérgicos, carnais e de alma.
Vamos viver e nos permitir ser feliz.
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