To de
frente para o computar querendo escrever algum dos meus pensamentos desnexos que
tanto andam rodando a minha mente nessa montanha-russa que eu chamo de vida. Vários
sentimentos, decisões e atitudes a serem repensadas. Várias coisas...
Uma
auto-analise de tudo, fim de ano é para isso sempre me falaram isso e quando
chega essa data normalmente eu to mal. Quer dizer esse ano normalmente eu tava
mal, triste e achando que a vida em nada poderia me surpreender e como sempre
eu tomando a atitudes erradas de sempre, aquele velho caminho já conhecido,
aquele velho caminho que eu sempre me iludo que “sim, eu to longe dele” e não
eu to aqui no mesmo lugar, só mais machucada.
Atitudes
impulsivas e mal planejadas, abandono, sensação passageira de uma alegria incabível,
sensação de vazio completo, “não sentir”, querer sentir, toneladas de solidão,
tentar sentir o “neutro”, tentar descobrir o que é esse lugar, tentar achar um
lugar, conquista, glória e o fracasso.
Poucas
aventuras rotineiras a não ser aquelas da vida bandida, que pouco pode se
carregar delas, e o primeiro ponto alto da ano:
reencontrar uma pessoa que só me fez bem, abrir as portas do meu coração
para tentar tirar essa tristeza que me acompanhava.
E o
segundo: encontrar alguém que preencheu todos pré-requisitos, que me fez sentir
vontade de transformar minha rotina e que apesar de não pertencer,
momentaneamente, mais a minha rotina mesmo assim ainda me faz acreditar e jogar
ao céus toda minha positividade nisso.
Talvez
seja aquela velha história pessoa certa na hora errada ou apenas o momento
errado. Mais eu acredito em tudo que eu planto e acho sim que esse não ta nem
perto do nosso fim, apenas uma pausa, apenas um espaço que eu vou dar a você. Como
eu disse, até um dia ne? Quem de nós vai saber? Eu espero e vou rezar para a
gente se encontrar no momento certo, lá na frente. Vai acontecer, pode
espera...